Como a vastidão do mar: amar.
Tem seus fluxos, ondas, ora serenos, ora furiosos.
Mas sempre fecundos, chamando ao encanto, feito canto da sereia para curar o pranto.
Feito o onírico, o dionísico, a celebração além dos sentidos, que se origina dos sonhos, fantasias, na eterna imaginação de quem procura.
Mas amor não é busca. Nem tampouco sentimento.
Amor é movimento das águas que a sede de dentro sacia. É energia.
Mergulha e navega.
Mesmo à deriva, te entrega.


Amar

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